On Thursday, Jan. 17, The MMA Corner’s Aline Baktchejian Djehdian attended the UFC on FX 7 pre-fight press conference in São Paulo, Brazil, and spoke with The Ultimate Fighter: Brazil middleweight finalist Daniel Sarafian. The Brazilian will make his official Octagon debut on Saturday, Jan. 19, against C.B. Dollaway at UFC on FX 7. The 30-year-old fighter gave his final thoughts on his preparation, as well as his intense stare down with his opponent.

Below are full transcriptions in both English and Portuguese. Click the tab to switch the language.

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How are you feeling going into this fight?

Yesterday I did my last workout. I have spent a lot of time at Needs Academy, but also Demian Maia’s gym. They have both given me a lot of support.

I really want to win this fight. I know how important a victory is for my career. I want to win by any method: submission, knockout or judges’ decision.

My official UFC debut is not the same pressure as when I entered TUF, that was the most pressure I’ve had in my career. I’ve already fought in the Octagon, in front of Dana White and Lorenzo Fertitta. The only thing different on Saturday is the audience, but I’ve also been there and done that, fighting at national events with crowded gyms.

The fight is most important, the rest is secondary.  The audience, the fans at the hotel, a more experienced opponent is all secondary. Dollaway may have more experience [in the UFC] but not the same that I had in my life. I will beat him and that’s it.

What matters most is what I want. I don’t care if it’s the main event, co-main event or if it is the preliminary card, for me does not matter.

You had an intense stare down with Dollaway. Describe how that felt.

I like to get close and look to see that he is skin and bone like me. Whoever is best prepared will win this fight and I will do my best.

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Como está o seu treino?

Ontem fiz meu último treino, frequento bastante a academia Needs que dá muito suporte para nós lutadores e também treino na academia do Demian Maia.

Eu quero muito ganhar essa luta, não me sinto obrigado a ganhar, sei da importância que essa vitória trará para minha carreira, vencerei independente de ser por finalização, nocaute ou decisão de juízes.

Na verdade estreiar no UFC não é a mesma pressão que passei ao entrar no TUF, aquela era a maior pressão que tive na minha carreira a estreia real foi aquela, já lutei no octógono, já lutei para o Dana White, já lutei para o Lorenzo Fertita, o que muda sábado, talvez a plateia? Mas também já passei  por isso em lutas que fiz em eventos nacionais com ginásios lotados.

Luta é luta o resto é secundário, o que vem ao redor, plateia, lobby, lutar com um atleta mais experiente, é secundário, ele pode ter mais experiência mas não as mesmas que eu tive em minha vida,vou bater ele vai bater e é isso.

O que mais importa é o que eu quero e eu quero é ganhar, se é main event, co main event se é preliminar isso pra mim não importa.

Percebemos que você é um lutador que gosta de encarar. O que isso representa a você?

Eu gosto de encarar, de chegar perto, de ver que ele é de pele e osso como eu. Quem plantar o seu melhor vai ganhar essa luta e eu farei o meu melhor.


Photo: Daniel Sarafian (L) faces off with C.B. Dollaway (Patrick Formosinho/Dentro do Ringue)

About The Author

Aline Bak
Staff Writer, Brazil

A native of São Paulo, Brazil, Aline began watching MMA with her father during the heyday of Pride in the early 2000's. Her passion for the sport soon turned to the UFC not long after. After attending UFC 134 in Rio de Janeiro and UFC 146 in Las Vegas, Aline was asked to recount her experience for Tatame—one of Brazil's biggest media outlets—and thus began her writing career. In addition to her work for The MMA Corner, she maintains her own site about MMA.